Ontem recebi três e-mails sobre o dia internacional da mulher. O primeiro com felicitações gentis de um colega da Pós, o qual cotidianamente presenteia com gentileza a todas as mulheres com quem convive. O segundo era newsletter do blog Garotas Modernas com o link de um post refletindo acerca de atitudes preconceituosas entre mulheres e de cyberbullying. O terceiro de uma amiga encaminhando a crítica de uma feminista ao apelo midiático e à exploração capitalista das lutas femininas por igualdade.
Esse último e-mail criticava também a atitude das mulheres que tomam o Dia da Mulher como uma desculpa para ir às compras, porque estão sendo manipuladas pelo sistema e coisa e tal.
As reflexões são importantes, mas acredito que ação seja melhor. No domingo vi, pela primeira vez em minha vida, meu avô tratar com gentileza minha Vóvis porque era a semana da mulher, isso para ela foi muito significativo. O colega da Pós que demonstra diariamente seu respeito às mulheres, e às outras pessoas, é um exemplo do que as mulheres querem: respeito, gentileza, carinho e compras, sim!
Acredito na liberdade para as mulheres fazerem o que quiserem. Não uma liberdade direcionada à manifestação, no caso do Cyberbullying direcionada para outras mulheres de forma agressiva. As pessoas esquecem que a sua liberdade esbarra (e termina) na liberdade do outro e que para a coisa funcionar é necessário que haja respeito.
Cada um sabe o que é melhor para si e tem o direito de escolher a que vai direcionar seu tempo e suas atitudes, é o tal do livre arbítrio que cabe a todos os seres humanos. Então se a fulana quer gastar seu dinheiro com compras, para comemorar o Dia Internacional da Mulher porque se sente bem com isso, ou se resolve doar esse mesmo dinheiro para uma instituição que acolha mulheres maltratadas pelos maridos, ou ainda se resolve escrever um blog com dicas sobre beleza, o que é que a sicrana tem a ver com isso?
Falta respeito às outras pessoas como indivíduos que têm direito às próprias escolhas. Falta respeito.
Petitinha
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quarta-feira, 9 de março de 2011
quinta-feira, 26 de março de 2009
AMORES....AMORES.....

Relacionamentos são difíceis. Ok, essa constatação faz parte de um conjunto de obviedades da humanidade. Há algumas décadas as coisas eram mais "fáceis" porque o homem escolhia a mulher e casava, ponto. Nada de discutir a relação. O homem mandava porque provia,a mulher obedecia porque era educada para isso e porque a sociedade em geral via com maus olhos quem não concordasse com a ordem das coisas. Depois das muitas revoluções e mudanças pelas quais a sociedade passou os papéis se alteraram e, me atrevo a dizer que a relação homem x mulher foi uma das que mais se alterou, agora somos independentes,inteligentes, cultas, viajadas enfim temos uma bagagem bem maior que antes e não adimitimos ter essas conquistas desrespeitadas. Queremos ser reconhecidas e nos sentir valorizadas pois temos consciência do nosso valor. E queremos ser amadas, mas os homens não sabem como nos amar e não sabem como agir com esse ser tão encantador e misterioso que se lhes apresenta. E só queremos atenção, carinho,reconhecimento e respeito. Queremos aceitação de todas as nossas imperfeições, mas para o homem que amamos queremos ser perfeitas, mas não somos e começam as complicações, e vem as DRs, e acabam-se os sorrisos e tem fim o relacionamento. Fechamos para balanço até que algo acontece: olhares que se cruzam ou corpos que se esbarram, e uma nova paixão vem e a vida segue e o balanço acaba e nos entregamos novamente e voltamos a querer tudo de novo: reconhecimento, amor, carinho, respeito, e assim vamos exercitando nossa capacidade de dedicação ao outro, de amar o outro, aprendendo a aceitar as imperfeições do outro e as nossas, compartilhando experiências, risadas, sons e gostos. Aprendemos que o outro é diferente, mas sempre nos atraimos pelo desconhecido, gostamos de desvendar seus mistérios que também são nossos mistérios na medida em que sempre nos encontramos no outro.
E vamos exercitando o amor...no fim das contas é isso o que importa.
All needs love.
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